7 de maio de 2017

Experiência na Queima - James Arthur

A noite começou com uma enorme fila à espera para entrar finalmente no Queimódromo e correr para a primeira fila para ver o James Arthur. As espetativas eram altas, mas para primeira vez não surgiu qualquer desilusão.
Primeiro demos uma volta pelo recinto e descobrimos que até havia carrinhos de choque, quando se pensava que era mesmo só as barraquinhas com comida e bebida. Depois de comer um cachorro, que nem era grande coisa, mas a fome já apertava lá fomos para o palco onde assistimos aos 2nd Floor. Já estávamos em pé há tantas horas que os pés já estavam mais que massacrados (no dia anterior só tínhamos dormido cerca de 3 horas), mas finalmente por volta das 2h da manhã apareceu o James Artur, como uma rapariga lhe chamou, que animou aquilo tudo, apesar das músicas serem um pouco comoventes. Foi um dos poucos concertos a que eu assisti e apesar de saber muitas poucas músicas e ser horrível a decorar letras, adorei!
Esqueçam os bêbedos que já não se aguentavam nas canelas por volta das 5h da manhã, ou o facto de a cruz vermelha levar gente que já nem via o chão, o melhor foi mesmo aquele concerto e a companhia que foi exelente. Para além de que assistir ao nascer do sol, o que é sempre bonito.

3 comentários:

  1. O que importa é que te divertis-te :)

    ResponderEliminar
  2. Ainda hei de me inteirar
    Sobre essa Queima de Fitas
    De alegrias infinitas
    E cerveja a se banhar?

    Eu sinto a festa no ar
    Cheia de jovens bonitas.
    Vejo não haver eremitas
    E apenas gente a festar.

    Sinto os calouros cientes
    Dos fatos, junto a parentes
    Jubilosos pelos louros

    Da vitória, porém crentes
    Dos deveres decorrentes
    De seus estudos vindouros.

    Grande abraço. Laerte.

    ResponderEliminar

Elimino comentários ofensivos.