Só tenho pena que no cortejo apenas deem privilégio aos que participam na praxe, esses sim podem ir à frente a fazer a festa toda... enfim, mas não me posso queixar porque mais vale ir renegada depois do ''cordão humano'' e quase expulsa do cortejo do que não ir.
Para o ano há mais, pode ser que aí já não fiquem tão escandalizados por haver gente que quer ir no cortejo, apesar de não ser da praxe. Agora entendo porque é que a maior parte disse que não valia a pena ir...
Para o ano há mais, pode ser que aí já não fiquem tão escandalizados por haver gente que quer ir no cortejo, apesar de não ser da praxe. Agora entendo porque é que a maior parte disse que não valia a pena ir...
A noite começou com uma enorme fila à espera para entrar finalmente no Queimódromo e correr para a primeira fila para ver o James Arthur. As espetativas eram altas, mas para primeira vez não surgiu qualquer desilusão.
Primeiro demos uma volta pelo recinto e descobrimos que até havia carrinhos de choque, quando se pensava que era mesmo só as barraquinhas com comida e bebida. Depois de comer um cachorro, que nem era grande coisa, mas a fome já apertava lá fomos para o palco onde assistimos aos 2nd Floor. Já estávamos em pé há tantas horas que os pés já estavam mais que massacrados (no dia anterior só tínhamos dormido cerca de 3 horas), mas finalmente por volta das 2h da manhã apareceu o James Artur, como uma rapariga lhe chamou, que animou aquilo tudo, apesar das músicas serem um pouco comoventes. Foi um dos poucos concertos a que eu assisti e apesar de saber muitas poucas músicas e ser horrível a decorar letras, adorei!
Esqueçam os bêbedos que já não se aguentavam nas canelas por volta das 5h da manhã, ou o facto de a cruz vermelha levar gente que já nem via o chão, o melhor foi mesmo aquele concerto e a companhia que foi exelente. Para além de que assistir ao nascer do sol, o que é sempre bonito.
Esqueçam os bêbedos que já não se aguentavam nas canelas por volta das 5h da manhã, ou o facto de a cruz vermelha levar gente que já nem via o chão, o melhor foi mesmo aquele concerto e a companhia que foi exelente. Para além de que assistir ao nascer do sol, o que é sempre bonito.


